Comportamento ​Alimentar

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Comportamento ​Alimentar

Primeiramente, precisamos entender que comer vai além de “matar a fome” e nutrir o corpo. As pessoas se ​jogam na comida por uma série de razões: prazer, carinho, empatia, tradição, necessidades emocionais, ​status social e muito mais.


As escolhas à mesa também têm seu papel nesse enredo. Elas vão do quê ao quando, do como ao com ​quem, do onde a outras condições que ditam o cardápio do dia. A aparência, o cheiro, o valor nutricional, e ​até fatores psicológicos, socioculturais e econômicos entram em cena.

Assim, para mudar os passos rumo a uma alimentação mais saudável, é preciso respeitar e entender o ​enredo completo que guia cada indivíduo.

Entendendo um pouco mais...

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Hábitos ​Alimentares

São comportamentos rotineiros ​que muitas vezes fazemos de ​forma inconsciente. No contexto ​alimentar, eles definem a ​seleção, consumo e uso dos ​alimentos disponíveis.

02

Ingestão

Controlada por sensações de ​fome, apetite e saciedade, que ​são reguladas pelo cérebro ​através de feedbacks positivos e ​negativos do trato ​gastrointestinal.


03

Escolha de ​Alimentos

Baseiam-se em fatores como ​valor nutricional, cheiro, ​aparência e também fatores ​psicológicos, socioculturais e ​socioeconômicos.


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Transtornos ​alimentares

São condições graves de saúde mental que envolvem ​perturbações significativas nos comportamentos ​alimentares. Eles são caracterizados por hábitos ​alimentares irregulares e podem levar a sérios ​prejuízos à saúde física e emocional. O ​comportamento alimentar tem um impacto direto ​nesses transtornos, pois inclui os padrões de ​pensamento e as emoções relacionadas à comida e à ​alimentação.

Anorexia

Bulimia

Compulsão ​Alimentar

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An​orexia

A anorexia não provoca perda de apetite — na verdade, a pessoa limita a ingestão de alimentos porque tem uma ​imagem corporal distorcida e acredita estar com sobrepeso, mesmo quando o que acontece é exatamente o ​contrário.

Os anoréxicos têm hábitos alimentares peculiares e lidam com estresse, ansiedade e baixa autoestima limitando o ​que comem, o que pode proporcionar a eles uma falsa sensação de controle.

Os sinais da doença se manifestam não só no corpo, mas também na mente e nas emoções:


Alguns dos sintomas são: baixo peso, redução da densidade óssea (osteopenia ou osteoporose) e da temperatura ​corporal (a pessoa sente frio o tempo todo), desidratação, dor de estômago, fadiga, disfunção erétil, desmaios, ​tonturas e pressão baixa, imagem corporal alterada, medo extremo de engordar, prática excessiva de exercícios ​físicos, negação da fome, comportamentos obsessivo compulsivos, perda de interesse em sexo, irritabilidade, ​mudança de humor e depressão.




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Bu​limia

É um tipo de transtorno alimentar em que episódios de compulsão por comida são seguidos por ​comportamentos compensatórios como vomitar, jejuar e usar laxantes e diuréticos em excesso, além de praticar ​exercícios físicos compulsivamente — tudo com o objetivo de evitar ganho de peso.


Tanto a compulsão alimentar quanto os comportamentos purgativos acontecem em segredo. A pessoa alterna ​sentimento de culpa — na compulsão, ela ingere grande quantidade de calorias sem levar em conta o tipo de ​alimento que está consumindo e a saciedade — e de alívio, que sobrevém com comportamento de purgação.

Ao contrário do que acontece na anorexia, o bulímico pode não apresentar perda acentuada de peso, o que ​torna o quadro mais difícil de ser identificado, principalmente por quem convive com ele.

Alguns dos sintomas são: dor de garganta crônica, cáries, dentes descoloridos ou “moles”, além de sensibilidade ​a alimentos quentes ou frios, refluxo, menstruações irregulares, desidratação, acumular ou roubar comida, pular ​refeições, usar o banheiro após as refeições, ter depressão, alterações de humor ou comportamentos ​obsessivo-compulsivos; automutilar-se, utilizar balas, chicletes ou enxaguantes bucais para melhorar o hálito, ​evitar amigos e atividades antes consideradas prazerosas.



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Compulsão Alimentar

No cérebro está localizada uma região responsável pela regulação da fome e da saciedade e, caso este “sensor” esteja ​comprometido, haverá um desequilíbrio entre a fome e a vontade de comer. Diversas doenças, situações e emoções podem levar a ​alteração do equilíbrio fome/saciedade, dentre as causas principais estão a ansiedade e a depressão. Nessas doenças a busca por ​alívio de sensações desagradáveis como preocupação, tristeza e angústia, pode levar ao ato repetitivo de comer, uma fonte rápida e ​fácil de prazer, mas com sérias consequências em curto, médio e longo prazo.


A pessoa geralmente come em quantidades significativamente maiores que a maioria das pessoas, mesmo sem fome. Este ​comportamento pode levar o indivíduo a se isolar para comer, pois tem vergonha de mostrar seus hábitos, sentir culpa após as ​refeições, apresentar ansiedade e angústia devido ao comportamento compulsivo. Além disso há ganho de peso que pode gerar ​outras doenças como obesidade, síndrome metabólica e problemas cardiovasculares.


Para os compulsivos pelos alimentos notamos alguns traços ansiosos, depressivos e com busca imediata por prazer. Isso não significa ​que uma pessoa com essas características desenvolverá um distúrbio alimentar, assim como vários pacientes com distúrbios ​alimentares possuem outras tantas características de personalidade.



“Uma alimentação consciente é o primeiro ​passo para uma vida mais saudável.” 🌿🥗


Lembre-se de que pequenas mudanças ​nos hábitos alimentares podem ter um ​grande impacto na sua saúde a longo ​prazo! 😉


Andrieli I Augusto I Fabiany I Moisés I Renan I Yasmim

Por favor, participe da ​nossa pesquisa.

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Universidade Estácio de Sá - ​Duque de Caxias